Nossa motivação.

"Grandes empresas e profissionais compartilham informações, auxiliam-se mutuamente e buscam na sinergia sua força de trabalho. Este espaço destina-se a isso: trocar idéias, tirar dúvidas e fazer "networking". Bem vindos os que tem aço no sangue !"

28/08/2014

Gráfico: Importação de Aços Planos.




  • Nos aços Planos inclui: CG, LQ, LF, CZ, Pré-Pintados, Galvalume e Eletro Galvanizadas


Extraído => INDA - 27/08/14

22/08/2014

Pré-sal garantirá demanda à indústria naval brasileira nos próximos 25 anos.

Revitalizada ao longo dos últimos 14 anos, com investimentos decisivos feitos pela Petrobras, a indústria naval brasileira deve manter o ritmo de crescimento.

As encomendas previstas para a exploração de áreas do pré-sal garantem demanda para o setor pelos próximos 25 anos. A constatação faz parte do estudo “Ressurgimento da Indústria Naval no Brasil (2000-2013), elaborado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e divulgado na última semana.

Segundo o estudo, o segmento de petróleo e gás offshore continuará sendo o grande demandante de embarcações nas próximas três décadas.

Com base na perspectiva de encomendas de plataformas e embarcações de apoio para áreas do pré-sal, como o Campo de Libra, o estudo calcula uma demanda de pelo menos 544 embarcações a serem produzidas. O montante de recursos estimados é da ordem de R$ 227 bilhões.

Setor forte nas décadas de 60 e 70, a indústria naval brasileira enfrentou uma severa crise nos anos 80 e 90, e quase foi extinta.

Esse quadro começou a ser revertido a partir do ano 2000, quando investimentos feitos pela Petrobras deram início à retomada da indústria naval.

Ao longo dos últimos 14 anos o setor apresentou crescimento anual de 19,5%, com investimentos de R$150 bilhões.

O número de empregados saltou de 1.900 para 71 mil. 

Segundo o Ipea, foram fundamentais no processo de revitalização o Programa de Renovação e Expansão da Frota de Embarcações de Apoio Marítimo (Prorefam), o Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp), o Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef) da subsidiária Transpetro, além das encomendas de plataformas de produção e sondas de perfuração.


Extraído => Agência Petrobras de Notícias - 22/08/14

21/08/2014

Indústria naval brasileira cresce 19,5% ano ano.

Desde 2000, a indústria naval apresenta crescimento de 19,5% ao ano. O dado faz parte do estudo
“Ressurgimento da Indústria Naval no Brasil (2000-2013)”, realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e apresentado esta semana na Marintec South America – 11ª Navalshore, no Rio de Janeiro. O evento é considerado o principal encontro da indústria naval e offshore da América Latina.

O estudo do Ipea aponta que o ritmo de crescimento verificado e o volume de investimentos na indústria naval – cerca de R$150 bilhões no período de 13 anos – já consolidaram o setor. Dentre os investimentos destacados estão os realizados por três programas coordenados pela Petrobras: o Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp), o Programa de Renovação e Expansão da Frota de Embarcações de Apoio Marítimo (Prorefam) e o Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef), da subsidiária Transpetro.

Um histórico da indústria naval brasileira apresentado pelo estudo mostra o rápido crescimento da força de trabalho empregada. Após o apogeu na década de 1970, o setor entrou em declínio nos anos 80, e quase se extinguiu no início do ano 2000, quando chegou a empregar apenas 1.900 pessoas. Segundo o estudo, em março de 2013, a indústria naval empregava 71 mil trabalhadores.

Outro aspecto revelado pelo Ipea é o posicionamento da indústria naval brasileira no cenário mundial. Em três nichos do setor, o Brasil já se destaca globalmente: construção de embarcações de apoio, plataformas offshore e navios sonda.


Extraído => Economia SC - 21/08/14

20/08/2014

Construção civil espera crescer de zero a 1% em 2014.

A indústria da construção civil reduziu a previsão de crescimento do setor em 2014 de 2,5% para “algo entre zero e 1%”. A estimativa é da CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção), que afirma não ser possível fazer projeções para 2015, devido a incertezas em relação aos negócios relacionados a programas do governo federal.
 
Em relação a crescimento do PIB (Produto Interno Bruto), a previsão é um desempenho próximo ao do setor neste ano.
 
Também nesta terça (19), o presidente da CNI (Confederação Nacional da Indústria), Robson Braga Andrade, afirmou que o segundo trimestre deste ano foi um fracasso para a indústria e que 2014 está perdido para o setor. Ele estimou que o setor deverá ter um crescimento de não mais que 0,8% neste ano e de 1,5% a 2% em 2015.
 
Na segunda-feira (18), o mercado reduziu pela 12ª semana ininterrupta a previsão para o crescimento da economia brasileira neste ano. A nova estimativa dos analistas é de 0,79%, segundo o Boletim Focus do Banco Central divulgado ontem.
 
Uma das questões pendentes no setor de construção para o próximo ano é o programa habitacional do governo federal. O presidente da entidade, José Carlos Martins, já pediu a prorrogação do Minha Casa Minha Vida fase 2, cujo prazo de contratação acaba em dezembro, para junho de 2015.
 
Também negocia um aumento no número de imóveis a serem construídos nessa etapa, hoje em 2,75 milhões. Segundo Martins, o objetivo é evitar descontinuidade nas obras, como aconteceu na transição entre as fases 1 e 2 do programa, em 2011. A intenção de promover uma fase 3 já foi anunciada pela presidente Dilma Rousseff, mas ainda não tem data para sair do papel.
 
Concessões de infraestrutura

Há dúvidas também em relação ao futuro das concessões na área de infraestrutura. “Não fizemos um cenário para 2015 por causa dessas incertezas”, afirmou Martins.
 
O atraso neste programa é um dos motivos que levaram o setor a rever para baixo o crescimento de 2014. Também pesaram a redução de obras nos setores mais afetados pela desaceleração econômica, como a indústria.
 
Em relação ao nível de emprego, que mostrou retração nos dados mais recentes, a previsão é terminar 2014 com o mesmo número de trabalhadores.
 
A entidade apresentou nesta terça o documento “Brasil mais eficiente, um país mais justo”, com propostas que serão entregues aos presidenciáveis, para melhorar a eficiência do setor e aumentar investimentos em obras de infraestrutura.
 
Também foi divulgado estudo sobre o custo da burocracia no imóvel, estimado em até 12% do valor final dos bens financiados com recursos subsidiados do FGTS e da poupança.
 
Os principais problemas, segundo a CBIC, são atrasos na aprovação de projetos por prefeituras, falta de padronização dos cartórios, falta de clareza na avaliação de licenças ambientais e mudanças na legislação que atingem obras já iniciadas (como alterações de planos diretores e de zoneamento).
 
De acordo com o estudo, a melhora nesses processos reduziria o prazo médio de entrega de imóveis de 60 para 32 meses.


Extraído => Folhapress - 20/08/14

19/08/2014

ThyssenKrupp está otimista com o Brasil.

O grupo alemão ThyssenKrupp acredita numa retomada do crescimento econômico brasileiro e que a
demanda pelo aço que a empresa produz vai crescer, disse nesta segunda-feira o presidente-executivo Heinrich Hiesinger.

Como não conseguiu vender sua usina siderúrgica CSA, a empresa tem intensificado esforços para resolver problemas e impulsionar a rentabilidade, disse Hiesinger a jornalistas.

“Meu compromisso original era tornar a CSA rentável no ano fiscal 2014/15”, disse, destacando a forte expansão potencial dos Estados Unidos. “Eu acho que em um ano chegaremos lá.” Ele afirmou que a empresa ainda planeja vender CSA no médio ou longo prazo, embora isso não esteja atualmente em negociação.

Na semana passada, a ThyssenKrupp elevou a perspectiva para o exercício financeiro que termina em setembro, para ponto de equilíbrio ou leve lucro líquido, impulsionado por um lucro trimestral inesperado da CSA.

Diante da fraca demanda global por aço, a ThyssenKrupp disse que vai concentrar esforços de vendas do CSA no mercado local, onde espera se diferenciar através de lajes de maior qualidade do que a maioria dos produtores locais pode fornecer.

“Para mercados específicas eu acho que há interesse no mercado”, disse Hiesinger, embora tenha se recusado a fornecer projeções de vendas. A economia brasileira tem desacelerado de forma acentuada e deve crescer apenas 0,79% este ano e 1,2% em 2015, segundo pesquisa do Banco Central com analistas nesta segunda-feira.

“Não tenho dúvida que vamos superar um ou dois anos mais difíceis, porque acredito fortemente nos fundamentos no Brasil”, disse Hiesinger, apontando para a abundância de recursos naturais do país e as tendências demográficas favoráveis.

Ainda assim, ele disse esperar que o Brasil faça reformas para melhorar as condições de negócios, incluindo a racionalização seu processo fiscal.

Lucro operacional

A ThyssenKrupp pretende dobrar seu lucro operacional nos próximos anos em relação à sua meta de cerca de 1,2 bilhão de euros para o atual ano fiscal, que vai até o fim de setembro, disse o jornal de negócios Handelsblatt nesta segunda-feira, citando fontes próximas da companhia.

A meta para o ano atual já representa o dobro dos 586 milhões de euros de lucro ajustado antes de juros e impostos que a ThyssenKrupp divulgou para 2012/2013.

O grupo alemão vê a necessidade de uma nova melhora no lucro operacional para que tenha a força financeira para voltar a pagar dividendos e fazer aquisições, disse o Handelsblatt.

Hiesinger, pediu que diretores aumentem os esforços para melhorar o negócio, e o conselho espera atingir mais economia de custos ao reforçar a ligação entre diferentes áreas de negócios, acrescentou o jornal.

A ThyssenKrupp se recusou a comentar.

Extraído => Monitor Mercantil - 19/08/14

18/08/2014

Ministro defende ação para modernizar setor siderúrgico no Brasil.

 O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Mauro Borges, defendeu ontem a adoção de um programa de modernização do parque fabril para ajudar o setor siderúrgico a enfrentar o excedente da oferta de aço no mercado mundial. Além disso, observou que a construção de moradias, por meio do Programa Minha Casa Minha Vida, as obras de infraestrutura e os estímulos fiscais para a renovação da frota de veículos levam, necessariamente, a um aumento no consumo desse produto. 

Uma das ações que o ministro avalia como fundamental para melhorar a competitividade do setor siderúrgico é a renovação dos maquinários das empresas, que estão com idade média em torno dos 17 anos, enquanto em companhias asiáticas essa troca ocorre a cada sete ou oito anos. Ele cita ainda investimentos em rodovias, ferrovias e sistema aeroportuário por meio de concessões entre outras áreas do setor público que estão com projetos de ampliar os gastos em logística. 

Ao participar da abertura da 25ª edição do Congresso Brasileiro do Aço, o ministro ouviu queixas sobre o custo de produção como, por exemplo, a carga tributária e a concorrência desleal no mercado internacional. 

Mauro Borges reconheceu a necessidade de reformas estruturais para baratear o custo do produto e informou que o governo está atento a questões de defesa comercial, citando as sete medidas antidumping que já tomou e outros quatro casos que estão sendo investigados. 

Sobre às previsões pessimistas em torno da queda gradual que vem ocorrendo no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, o ministro observou que, embora os resultados tenham piorado de 2010 para cá, a economia brasileira cresce acima da média mundial, mesmo em um cenário de recessão na economia mundial pelo sétimo ano seguido. 'O Brasil está atingindo o fundo do poço, mas vai superar essa fase com recuperação das atividades, em 2015', projetou. 

O ministro, após ouvir críticas do setor em relação ao governo, reconheceu que a economia brasileira tem sofrido forte impacto das dificuldades do cenário internacional. 

De acordo com ele, a situação atual só não é pior do que a crise econômica mundial de 1929, que ficou conhecida como Grande Depressão. 

'Ao contrário da maioria dos países desenvolvidos e dos emergentes, não vivemos processo recessivo que desorganiza o processo produtivo, ao contrário de outras crises', afirmou Borges na 25ª edição do Congresso Brasileiro do Aço. 

O ministro ponderou ainda que só agora, no sétimo ano de recessão, é que o Brasil vem sendo atingido 'mais fortemente' pela crise de 2008.


Extraído => DCI - 13/08/14

14/08/2014

CSN ainda estuda unidade em Minas.

A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) ainda estuda implantar uma usina em Minas Gerais, conforme o
presidente do conglomerado, Benjamin Steinbruch. Porém, a unidade deverá produzir somente aços longos. 'Não desistimos ainda, existe uma possibilidade', afirmou ontem o empresário, durante o 25º Congresso Brasileiro do Aço, em São Paulo, ao ser perguntado sobre a desistência da empresa em construir uma planta em Congonhas (Campo das Vertentes).

Desde 2007, a empresa mantém no papel o projeto, que deve consumir investimentos estimados, na ocasião, em R$ 6,2 bilhões. Caso a CSN leve adiante a construção da usina, os valores poderão mudar. Conforme Steinbruch, a discussão atual é sobre a implantação - ou não - de uma usina de longos. Inicialmente, o projeto compreendia também a produção de placas e chapas grossas. A capacidade instalada seria de 4,5 milhões de toneladas/ano de aço bruto, com a geração de 5 mil empregos. 

Porém, mesmo que a companhia afirme não ter desistido do empreendimento, a Câmara Municipal de Congonhas aprovou, em maio último, projeto de lei que retorna a área onde seria construída a usina à condição de zona rural, o que pode inviabilizar sua implantação. 

Em 2007, o terreno foi considerado área de utilidade pública para implantação de um complexo minero-siderúrgico de aproximadamente 30 quilômetros quadrados. No entanto, o prazo dado à CSN para o início das obras venceu em dezembro de 2012. E como existem cerca de 450 famílias morando no local, que seriam retiradas caso o complexo fosse levado adiante, a prefeitura promoveu a alteração. 

Aperam - Já a Aperam South America (antiga Acesita) investirá US$ 17 milhões em sua planta de Timóteo (Vale do Aço), conforme o diretor Comercial da companhia, Frederico Ayres Lima. Os aportes serão feitos na implantação de uma nova linha de aços elétricos. De acordo com o executivo, a empresa passará a produzir o HGO, que compreende o aço elétrico grão superorientado. Atualmente, a siderúrgica produz somente o grão orientado (GO). 

Além de agregar valor à produção da Aperam, a nova tecnologia permitirá uma redução nos custos produtivos da usina. Entre as aplicações deste tipo de aço está a fabricação de núcleos de transformadores e motores elétricos e reatores. Apesar disso, o diretor explicou que o projeto não visa à ampliação da capacidade instalada da planta. Atualmente, a usina de Timóteo pode produzir 60 mil toneladas anuais. O projeto foi aprovado em 31 de julho pelo Conselho de Administração da Aperam. Conforme Ayres Lima, em um mês o cronograma de implantação deverá ser definido. 

Durante o congresso do IABr, o deputado federal Leonardo Quintão (PMDB-MG) afirmou que a Aperam desistiu de realizar investimentos na expansão da planta do Vale do Aço devido à concorrência desleal com os importados, e disse que a empresa aguarda há três anos a conclusão de um processo antidumping. O diretor da companhia, no entanto, negou que a decisão de postergar algum projeto de expansão tenha ligação com a invasão dos importados e ressaltou que a decisão de investir em expansão depende do mercado.
Rafael Tomaz 

Extraído => Diário do Comércio - 13/08/14