Nossa motivação.

"Grandes empresas e profissionais compartilham informações, auxiliam-se mutuamente e buscam na sinergia sua força de trabalho. Este espaço destina-se a isso: trocar idéias, tirar dúvidas e fazer "networking". Bem vindos os que tem aço no sangue !"

25/07/2014

Aço de alta resistência da ArcelorMittal já tem resultados no Brasil.

 "Empresa estima que consumo do Usibor no País passará de mil a 100 mil toneladas"

 A ArcelorMittal ainda nem começou a fabricar no Brasil o Usibor, aço de alta resistência desenvolvido para a indústria automobilística - o que está previsto para o primeiro trimestre de 2015 na unidade de São Francisco do Sul (SC), que recebeu investimento de US$ 15 milhões
, e já tem tido aumento expressivo da demanda do material no País. Em 2011, quando a empresa passou a importá-lo da Europa, foram trazidas mil toneladas. Este ano, a previsão é de 12 a 13 mil toneladas. A partir de 2016, deverão ser fabricadas por aqui 100 mil toneladas do Usibor por ano.

André Munari, gerente geral de vendas para o mercado automotivo da ArcelorMittal Tubarão, explica que a demanda tem crescido ao passo que as plataformas de veículos vem sendo substituídas para atender requisitos globais e também ao Inovar-Auto, regime que estipula metas para as montadoras desenvolverem veículos mais leves e seguros.

Marcelo Federici, especialista em desenvolvimento de projeto automotivo da ArcelorMittal, conta que todas as montadoras instaladas no Brasil tem demonstrado interesse em utilizar o Usibor, principalmente nas partes críticas da carroceria. “As empresas que ainda não decidiram pelo material no Brasil já o utilizam na Europa e nos Estados Unidos e, em questão de tempo, vão passar a usá-lo aqui”, completa Munari.

As quatro maiores montadoras no mercado brasileiro (GM, Fiat, Ford e Volkswagen), segundo Federici, já têm projetos com o aço de alta resistência. Duas empresas de autopeças instaladas no País também já são clientes. E outras estão em negociação. O Ford Ecosport e o Volkswagen Up! são exemplos de veículos disponíveis no mercado que foram concebidos com o Usibor e avaliados com nota máxima em crash test do Latin NCAP em 2013.

O Usibor faz parte do conjunto de soluções desenvolvidas pela ArcelorMittal, denominado S-in Motion, que permite às montadoras reduzir em até 20% do peso do veículo, além de diminuir em cerca de 15% as emissões de CO₂ durante a produção e vida útil do veículo. A ArcelorMittal prevê um aumento dos atuais 6% para 25% de utilização de aços de alta resistência nos veículos brasileiros até 2025, acompanhando a tendência da indústria automotiva global.

Durante o 69º congresso anual da ABM (Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração), realizado na quarta-feira, 23, o indiano Debanshu Bhattacharya, diretor global de pesquisa e desenvolvimento da ArcelorMittal, reconheceu que a demanda por aços de alta resistência no Brasil poderia ser ainda maior se a “cultura preço” ainda não tivesse tanto peso no País.

Marco Colosio, diretor de atividades estudantis e associações da SAE Brasil e gerente técnico de engenharia de produto da General Motors, participou do mesmo evento e confirmou que o preço muitas vezes impede as mudanças. “Não adianta pegar uma peça projetada em aço convencional e querer adaptá-la para o de alta resistência ou ao alumínio. O custo de adaptação vai ser muito alto”. O executivo acredita que a maior dificuldade está na falta de integração entre fornecedores de alumínio, cadeia de sistemistas e montadoras para desenvolvimento dos projetos. “As tecnologias são recentes e não temos ainda a integração necessária”, declarou.

Para ganhar participação, a ArcelorMittal tem procurado atuar na concepção do veículo, cerca de cinco anos antes de ser lançado. Bhattacharya explicou que ao participar desde o início do projeto, em parceria com montadora e sistemistas, é mais fácil viabilizar o uso do aço de alta resistência. “Comprova-se para a montadora, estudando peça a peça, que a adoção do aço resistente sai mais barato no conjunto veicular e pelas vantagens que ele entrega.” A siderúrgica tem proposto a otimização e melhoria de mais de 40 peças veiculares.

A aposta da Arcelor no Brasil não se restringe ao Usibor. O diretor global de P&D comentou que a empresa de origem indiana, que já fornece vários aços avançados, está desenvolvendo mundialmente novos tipos de alta resistência, além do revestido de alumínio-silício.

“A indústria ainda usa bastantes aços de primeira geração (monofásicos), mas estamos muito próximos do avanço dos PHS e polifásicos e dos aços de terceira geração, que têm ainda maior alongamento, estabilidade, força e durabilidade e são os que mais crescem na Europa. Vamos adicionar estas novidades no portfólio da ArcelorMittal Brasil. Estamos trabalhando agressivamente para isso”, prometeu Bhattacharya sem revelar detalhes de novos investimentos.

Camila Franco

Extraído =>  Automotive Business 25/07/2014

24/07/2014

Gerdau fechará siderúrgica em Sorocaba.

"Empresa confirma que produção será transferida para outras unidades, mas não informou sobre demissões."  


 A história da antiga Metalúrgica Nossa Senhora Aparecida, hoje pertencente à Gerdau, está próxima do fim. A unidade de Sorocaba, instalada na margem esquerda do rio Sorocaba, em ponto considerado nobre, deve ser desmontada a partir de setembro, e a produção transferida para outras plantas da empresa. Por meio de assessoria de imprensa, a Gerdau confirma o fechamento e alega que as complexidades do setor de aço no País é que justificam essa medida, o que impõe a necessidade de otimizar sua produção. O Sindicato dos Metalúrgicos de Sorocaba e Região (Smetal), no entanto, afirma que quer mais explicações e teme que a especulação imobiliária, interessada na boa localização da fábrica, seja a responsável por colocar fim aos cerca de 160 postos de trabalho da unidade.
O anúncio do encerramento das atividades surpreendeu o presidente do SMetal, Ademilson Terto da Silva, que deve obter mais informações hoje, em reunião com representantes da empresa. 'Esse comunicado da Gerdau sobre o fechamento em setembro causou estranheza para nós', diz. As explicações da empresa, de acordo com ele, não esclarecem o fato. 'Alegaram que o fechamento da empresa ocorre porque o produto que eles fazem, aços especiais, tem um custo muito alto, o que tornou sua produção inviável'. Na reunião de hoje, Terto afirma que vai procurar mais respostas a respeito dos motivos que levaram a Gerdau optar pelo fechamento desta unidade.
'Nós vamos procurar respostas, porque aquela região ali, ao lado direito da marginal, é alvo de muita especulação imobiliária desde 1996', revela o presidente do Smetal. Segundo ele, muitos boatos surgiram nos últimos anos sobre a instalação, no local onde fica a empresa, de shopping centers, supermercados e condomínios. 'Eu acredito que possa ser algo nesse sentido, porque a proposta do prefeito (Antonio Carlos Pannunzio) durante a campanha é de que ali virasse um parque ou empreendimento', lembra.
O objetivo do SMetal, conforme Terto, vai ser lutar pela manutenção da fábrica e de seus 160 postos de trabalho. 'A empresa tem história dentro da cidade, tem 70 anos, e, antes, era a Metalúrgica Nossa Senhora Aparecida, depois Villares, e não pode simplesmente anunciar o encerramento das atividades sem o sindicato questionar os motivos', ressalta o presidente do sindicato.
Em nota enviada pela assessoria de imprensa ao jornal Cruzeiro do Sul, 'a Gerdau confirma que está transferindo, a partir de setembro, a produção do laminados da unidade de Sorocaba para outras unidades'. Porém, a empresa não respondeu às questões sobre o destino da área e se haverá demissões de funcionários.
Conforme o comunicado, a maior parte da produção local será repassada para a usina de Mogi das Cruzes. 'A decisão de transferir a produção de laminados de Sorocaba se deveu à necessidade de otimização das atividades das operações da Empresa no segmento de aços especiais, frente ao complexo cenário vivenciado pela indústria do aço no Brasil e no mundo.' A despeito dessa mudança, a Gerdau afirma que o atendimento ao mercado seguirá sendo realizado normalmente.
História 

A fábrica onde atualmente funciona a Gerdau foi fundada em 30 de abril de 1937 por Luiz Pinto Thomaz, conforme informações da comunidade Amigos da Villares, na internet. À época, era denominada Metalúrgica Nossa Senhora Aparecida e produzia ferramentas agrícolas.
Em 1940, o proprietário expandiu a empresa, instalando o primeiro forno para produzir aço e também os dois primeiros trens laminadores. A parte de alta liga, com linhas de fabricação em Sorocaba e Sumaré, passou ser denominada Villares Metals S.A. em 1996..

Anderson Oliveira


Extraído => Cruzeiro do Sul - 24/07/2014

23/07/2014

Inda prevê que insegurança deve frear importações de aço

No primeiro semestre de 2014, as
importações de produtos siderúrgicos aumentaram 53,8% em relação ao mesmo período do ano anterior, totalizando 956,8 mil toneladas, segundo dados do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda). Para o presidente da instituição, Carlos Loureiro, o cenário de insegurança em meio a um pessimismo em relação à economia e incertezas em relação ao dólar deve frear os contratos de importação.

Os aços zincados lideraram o aumento das importações em junho, com alta de 153,5% em comparação a junho de 2013, de acordo com dados do Inda. Os zincados são utilizados em bens de consumo e na construção civil. Laminados a frio registraram alta de 147% ante junho do ano passado. A importação de chapas grossa teve a maior queda do período, de 30,1% na mesma comparação.

Loureiro destacou que a maior parte das importações de aço são provenientes da China e se estas não fossem contabilizadas, o volume importado seria apenas residual. Dentre as chapas importadas, 79,5% vieram da China. No caso dos zincados importados, 81,3% tem origem chinesa.

Perspectiva de vendas

Loureiro afirmou ainda que a projeção para o crescimento das vendas do setor pode ser reduzida novamente. A previsão de crescimento para 2014, anteriormente fixada em 4%, foi reduzida para 1%, com viés negativo, podendo ser revisada. Segundo Loureiro, a perspectiva é negativa para julho, com crescimento de 10% referente apenas ao aumento do número de dias úteis. O mês de agosto também deve apresentar resultados ruins, diz o executivo.

Segundo Loureiro, o aumento das exportações poderia melhorar o cenário, mas depende da desvalorização do dólar. De qualquer forma, ele prevê um panorama de difícil previsibilidade e de ajustes após as eleições que podem reduzir a venda de aço. Loureiro destaca que a indústria de transformação, principal cliente dos distribuidores de aço, está pessimista.

Tendo em vista o cenário negativo, o Inda não vê necessidade de redução de preços nos próximos meses. De acordo com Loureiro, a redução de preços não deve ter tanto impacto sobre o consumo de aço, pois a demanda deve continuar enfraquecida. 'Não vejo as usinas reduzindo preço porque o mercado não vai crescer, não adianta', afirmou. (AE)
Leda Samara 

Extraído => Fonte: Estadão - 23/07/2014

22/07/2014

Ford suspende pedidos e fecha as portas na Bahia.

Pelo menos 1.000 trabalhadores ficarão sem emprego na cidade de Feira de Santana com a inesperada decisão da empresa que fabricava chicotes elétricos para a Ford Nordeste (Camaçari), que deu um freio nas compras que atendiam aos seus modelos EcoSport e Fiesta. Apesar das gestões realizadas pelo secretário de Indústria, Comércio e Mineiração da Bahia, James Correia, junto à montadora em São Paulo e o problema ser politizado por políticos ligados ao PT, nem assim a empresa, inaugurada em 2002 com incentivos do governo da Bahia e do município, voltou atrás em sua decisão.

Como consolo, as intervenções do deputado estadual Zé Neto (líder do governo na Assembléia Legislativa), deputado federal Fernando Torres, o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT-BA), Cedro Silveira e o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos, Fábio Dias, além de representantes dos Sindicatos dos Petroleiros e Rodoviários ainda protelam o prazo de encerramento das atividades da Yazaki.

Finalmente foi assinado um acordo sob a mediação da Gerência Regional do trabalho e do Emprego, garantindo pagamento de indenização e das verbas rescisórias dos empregados , durante os próximos 90 dias uma cesta básica e a manutenção do plano de saúde, além do salário da primeira quinzena de julho.


Extraído =>  Bahia Notícias - 22/07/2014

05/06/2014

Siderurgia mundial resiste a cortar excesso de produção

Apesar do excesso de oferta de 600 milhões de toneladas de aço no mundo, empresas em diversos países mantêm seus parques fabris em marcha acelerada. O exemplo clássico é o da China, onde, mesmo com a economia em desaceleração, as usinas já estão tirando de seus fornos quase 70 milhões de toneladas por mês.

Chama a atenção nos últimos dados divulgados pela World Steel Association (Worldsteel) o desempenho das siderúrgicas europeias. Após vários anos de crise nos países da região, elas estão reocupando a capacidade de suas usinas sem ter buscado um ajuste estrutural de seu parque fabril diante das dificuldades do setor.

Nesta semana, representantes de governos de vários países na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) vão debater, em reunião em Londres, a questão do excesso de oferta e tentar traçar algumas alternativas para amenizar o problema. O setor, no mundo, reluta em discutir mais profundamente uma política de corte da capacidade produtiva instalada.

A siderurgia é ainda vista como um segmento estratégico pela maioria das nações - das mais pobres às mais desenvolvidas. Dominar a produção do aço tem sido por séculos a garantia de poder, soberania, desenvolvimento de outras cadeias industriais, geração de empregos e por aí afora. Não importa o preço que custar.

O governo da França demonstrou exemplos disso nos últimos tempos. Entrou em conflito com o maior grupo mundial do aço, a ArcelorMittal, que decidiu desativar aciarias de aço improdutivas no país. O governo ameaçou até expulsá-lo. Há poucas semanas, o país privilegiou a venda da massa falida da Ascometal a um empresário francês, que garantiu reerguê-la e manter todos os empregos, em detrimento da proposta da Gerdau. O grupo brasileiro propunha alguns ajustes nas operações da empresa, incluindo pequenos fechamento de linhas.

Os últimos números da Worldsteel vêm mostrando uma recuperação contínua da oferta de aço nos países da União Europeia, principalmente França, Espanha, Itália, Bélgica, Polônia, Alemanha e Reino Unido. A produção cresceu 4% em abril e quase 7% no acumulado do ano. Enquanto isso, a oferta nos Estados Unidos, Brasil e em outros países das Américas patina e, em alguns casos, entrou em depressão.

Do outro lado do mundo, graças à China, com maior destaque para esse país, Índia, Coreia do Sul e Japão, o desempenho da Ásia cresceu 3% de janeiro a abril.

Certamente, por esse motivo, seis das dez maiores siderúrgicas do mundo no ranking da Worldsteel de 2013 estão na China. São grupos que até uma década atrás eram praticamente desconhecidos no mundo ocidental.

A grande referência da siderurgia era a japonesa Nippon Steel, que se fundiu há dois anos com a Sumitomo para ganhar escala e competitividade globais. Anos depois ganhou a companhia da sul-coreana Posco. Entre as nove asiáticas do ranking está a também japonesa JFE, fruto de uma fusão em 2003 da Kawasaki com a NKK.

A híbrida ArcelorMittal permanece ainda como líder global.

A maior parte do excesso de capacidade de produção está na China e em diversos países da Europa. E, ignorando um cenário de superoferta, ninguém se move para ajustar o mercado. Usinas chinesas, ao contrário, têm planos de expansão que vão injetar mais de 100 milhões de toneladas nos próximos dois anos.

De uma participação de quase 23% da oferta global em 2003, a siderurgia chinesa saltou para mais de 48% no ano passado, com 780 milhões de toneladas de aço bruto. É também o país de maior consumo do produto, suprindo as necessidades de sua economia. Ao mesmo tempo, lidera a lista dos maiores exportadores de aço, com denúncias de subsídios e dumping, principalmente para Europa, Estados Unidos e América Latina.

O excesso de oferta representa pouco mais de um terço da produção global, de 1,6 bilhão de toneladas no ano passado. Para 2014, a Worldsteel projeta mais expansão da oferta. Com baixo crescimento da economia e enfrentando leva de importados, a siderurgia brasileira opera com uma ociosidade da ordem de 30% nos seus fornos.

Extraído => Valor - 05/06/14

09/01/2014

Usiminas fornece aço para o primeiro gaseiro construído no Brasil.

Lançado ao mar no início de dezembro, o navio gaseiro Oscar Niemeyer conta com 100% de aço da Usiminas. A siderúrgica foi responsável por fornecer o produto que foi processado pela Usiminas Mecânica, empresa de bens de capital e serviços do grupo Usiminas, e entregue em forma de blanks ao Estaleiro Vard Promar, responsável pela construção do navio. O gaseiro é o primeiro a ser construído no Rio de Janeiro depois de vinte anos e marca a retomada da construção de embarcações deste tipo no Brasil.

O Oscar Niemeyer, que recebeu investimentos de R$ 115 milhões, é o primeiro de uma encomenda de oito navios gaseiros realizada por meio do Programa de Modernização e Expansão da Frota da Transpetro (Promef). Ao todo, o Programa está investindo R$ 920 milhões. Para o segundo navio, com as mesmas características do primeiro, a Usiminas entregou o aço jateado, pintado e cortado em blank. O gaseiro está em processo de montagem dos blocos no Rio de Janeiro e deve ser lançado ao mar em oito meses.


Extraído => Assessoria de Imprensa - 09/01/2014

30/10/2013

Usiminas sai de prejuízo para lucro no 3º trimestre


A empresa de siderurgia Usiminas registrou lucro de R$ 70,5 milhões no terceiro trimestre de 2013, após prejuízo de R$ 143,3 milhões no mesmo período do 2012.


O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) da empresa foi de R$ 534,5 milhões nos três meses até setembro, quatro vezes mais que o montante de um ano antes.

A receita líquida da companhia recuou 5,7% nos meses de julho, agosto e setembro deste ano, ante um ano antes, passando de R$ 3,389 bilhões para R$ 3,197 bilhões.

O volume de vendas de aço caiu 10%, para 1,565 milhão de toneladas no terceiro trimestre, enquanto o volume de minério avançou 60%, passando para 1,830 milhão de toneladas, recorde histórico.


Extraído =>  Valor - 30/10/2013